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Monte Sinai

O Príncipe que Há de Vir!

By Sir Robert Anderson

http://www.cuttingedge.org

 

CAPÍTULO 13

O SEGUNDO SERMÃO DO MONTE


 

O elo de conexão entre o passado e o futuro, entre o cumprido e o ainda não cumprido na profecia, pode ser encontrado no evangelho de Mateus.

As principais promessas messiânicas estão agrupadas em duas grandes classes, conectadas respectivamente com os nomes de Davi e de Abraão, e o Novo Testamento inicia com o registro do nascimento e ministério do Messias como "filho de Davi, filho de Abraão" (Mateus 1:1) pois em um aspecto de Sua obra Ele "foi ministro da circuncisão, por causa da verdade de Deus, para que confirmasse as promessas feitas aos pais." (Romanos 15:8) A pergunta dos magos, "Onde está aquele que é nascido rei dos judeus?", despertou uma esperança que era parte da política nacional de Judá; e até o vil idumeu que então usurpava o trono foi sensível ao seu significado: "E o rei Herodes, ouvindo isto, perturbou-se, e toda Jerusalém com ele." [1]

Quando a proclamação foi feita mais tarde, primeiro por João Batista e, finalmente pelo Senhor e por Seus apóstolos, "É chegado o reino dos céus", os judeus souberam bem da sua importância. Não era o "evangelho", como o compreendemos agora, mas o anúncio do cumprimento em breve da profecia de Daniel. [2] O testemunho teve um duplo acompanhamento. "O Sermão do Monte" está registrado de forma a incorporar as grandes verdades e princípios que estavam associados com o evangelho do reino; e os milagres que se seguiram deram provas que tudo era divino. Nos estágios iniciais do ministério de Cristo, os milagres não estavam reservados para aqueles cuja fé respondia às Suas palavras; a única qualificação era que o beneficiário pertencesse ao povo favorecido. "Não ireis pelo caminho dos gentios, nem entrareis em cidade de samaritanos; mas ide antes às ovelhas perdidas da casa de Israel; e, indo, pregai, dizendo: É chegado o reino dos céus. Curai os enfermos, limpai os leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça dai." [3] Essa era a comissão dos doze que foram enviados por toda aquela aquela pequena terra, para todo o canto em que a fama de seu Mestre tinha chegado adiante deles. (Mateus 4:24-25)

Mas o veredito da nação, por meio de seus líderes reconhecidos e responsáveis, foi a rejeição de Suas reivindicações messiânicas. [4] Os atos e palavras de Cristo registrados no capítulo 12 de Mateus foram uma condenação aberta e deliberada e um desafio aos fariseus, e a resposta deles foi reunirem-se em solene conselho e decretar a morte Dele. (Mateus 12:1-14). A partir daquela hora Seu ministério entrou em uma nova fase. Os milagres continuaram, pois Ele não podia encontrar o sofrimento e se recusar a aliviá-lo; mas aqueles a quem Ele assim abençoava eram advertidos "rigorosamente que não o descobrissem" (Mateus 12:16). O evangelho do reino cessou; Seus ensinos tornaram-se velados em parábolas, [5] e os discípulos foram proibidos de testificar que Ele era o Messias (Mateus 16:20).

O capítulo 13 é profético do estado de coisas que deveriam ocorrer entre o tempo de Sua rejeição e Seu retorno em glória para reivindicar o lugar que em Sua humilhação Lhe foi negado. Em vez de proclamar o reino, Ele ensinou "os mistérios do reino dos céus" (Mateus 13:11). Sua missão mudou de caráter e, em vez de um rei vir para reinar, Ele descreveu a Si mesmo como um semeador lançando a semente. Das parábolas que se seguem, as três primeiras, proferidas à multidão, descreveram os resultados exteriores do testemunho no mundo; as três últimas, dirigidas aos discípulos, [6] falam de realidades ocultas reveladas para as mentes espirituais.

Mas essas mesmas parábolas, embora tenham ensinado aos discípulos nos termos mais simples que tudo o que os profetas os tinham levado a procurar em conexão com o reino estava adiado, ensinaram não menos claramente que o dia certamente chegaria em que tudo seria cumprido; quando o mal seria desenraizado e o reino estabelecido em justiça e paz. (Mateus 13:41-43) Eles assim aprenderam que haveria uma "era" sobre a qual a profecia nada falava e outro "advento" no seu encerramento; e "o segundo Sermão do Monte" foi a resposta do Senhor à pergunta "Que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo?" [7]

O capítulo 24 de Mateus tem sido adequadamente descrito como "a âncora da interpretação apocalíptica" e "a pedra de toque dos sistemas apocalípticos" [8] O verso 15 especifica um evento e fixa uma época inicial, pelo qual podemos conectar as palavras do Senhor com as visões de João, e ambas com as profecias de Daniel. Toda a passagem é obviamente profética e seu cumprimento pertence claramente ao tempo do fim. A mais plena e definitiva aplicação das palavras precisa, portanto, ser para aqueles que testemunharão seu cumprimento. É para eles especialmente que a advertência é feita a respeito da enganação de uma falsa esperança do retorno imediato de Cristo. [9]

Uma série de terríveis eventos ainda estão por vir; mas "todas estas coisas são o princípio das dores"; "mas ainda não é o fim". Por quanto tempo essas dores continuarão não é revelado. O primeiro sinal seguro que o fim está próximo será a chegada da mais feroz provação que os redimidos na Terra conhecerão. O cumprimento da profecia de Daniel da contaminação do Santo Lugar será o sinal para a fuga imediata; "pois então haverá grande aflição" (versos 15-21; compare Daniel 12:1) sem paralelo até mesmo na história de Judá. Mas, como já observado, essa última grande perseguição pertence à segunda metade da septuagésima semana de Daniel e, portanto, permite um marco pelo qual podemos determinar o personagem e fixar a ordem dos principais eventos que marcam as cenas de encerramento preditas na profecia.

Com a pista assim obtida no evangelho de Mateus, podemos nos voltar com confiança para o estudo das visões de João no Apocalipse. Mas, primeiro, precisa ser claramente reconhecido que no capítulo 24 de Mateus, como no livro de Daniel, Jerusalém é o centro da cena com a qual a profecia se relaciona; e isso necessariamente implica que os judeus serão restaurados na Palestina antes do tempo de seu cumprimento. [10]

As objeções que se baseiam na suposta improbabilidade de tal evento são suficientemente respondidas marcando-se a conexão entre profecia e milagre. A história da descendência de Abraão, com a qual a profecia está tão intimamente relacionada, é pouco mais que um registro de interposições miraculosas. "A saída deles do Egito foi miraculosa. A entrada deles na terra prometida foi miraculosa. Os períodos de prosperidade e de adversidade naquela terra, as servidões e suas libertações, suas conquistas e seus cativeiros, foram todos miraculosos. Toda a história, desde o chamado de Abraão até à construção do templo sagrado foi uma série de milagres. É tanto o objeto dos historiadores sacros descreverem esses fatos que pouco mais é registrado. Não existem historiadores no volume sagrado do período em que a intervenção miraculosa foi retirada. Após a declaração pela boca de Malaquias que um mensageiro seria enviado para preparar o caminho, o próximo evento registrado por qualquer escritor inspirado é o nascimento daquele mensageiro. Mas do intervalo de 400 anos entre a promessa e o cumprimento, nenhum relato é feito." [11]

Os setenta anos desde o nascimento do Messias até a dispersão da nação foram frutíferos em milagres e em cumprimentos proféticos. Mas a existência nacional de Israel é como um palco em que somente o drama da profecia pode, em sua plenitude, ser apresentado; e desde a era apostólica até a presente hora, não se pode apelar a nem um único evento público que permita prova indisputável da intervenção divina imediata sobre a Terra. [12] Um céu silencioso é uma característica principal da dispensação em que vivemos. Mas a história de Israel ainda tem de ser completada; e quando essa nação entrar novamente em cena, o elemento de interposições miraculosas marcará mais uma vez o curso de eventos na Terra.

Por outro lado, a analogia do passado nos levaria a esperar uma junção de uma dispensação na outra, em vez de uma transição abrupta; e a questão é de peculiar interesse em termos gerais, pois os eventos que se passam atualmente tendem em direção a essa mesma consumação, a restauração dos judeus na Palestina.

O declínio do poder islâmico é um dos fatos públicos mais patentes; e se o desmembramento do Império Otomano for ainda retardado, é devido inteiramente à vigilância atenta das nações européias, cujos interesses rivais parecem tornar uma distribuição amigável de seus territórios impossível. Mas a crise não pode ser adiada indefinidamente; e quando ela chegar, a questão de maior importância, depois do destino de Constantinopla, será o que acontecerá com a Palestina. Sua anexação por qualquer estado europeu é altamente improvável. Os interesses de várias potências de primeira classe não permitiriam isso. O caminho estará assim aberto para os judeus, quando suas inclinações ou seus destinos os levarem de volta à terra de seus pais.

Não somente nenhuma influência hostil impederia o retorno deles, mas as probabilidades do caso (e é com as probabilidades que estamos aqui preocupados) estão em favor da colonização da Palestina por aquele povo a quem historicamente ela pertence. Há alguma razão para acreditar que um movimento desse tipo já foi iniciado; e se, com o Levante tornando-se uma via para a Índia, ou alguma outra causa, uma certa medida de prosperidade deve retornar àquela região que foi no passado o centro comercial do mundo, e os judeus migrarão para lá aos milhares de todas as terras.

Verdade é que colonizar um país é uma coisa, criar uma nação é outra. Mas o testemunho das Escrituras é explícito que a independência nacional de Judá não será reconquistada por diplomacia ou pela espada. Jerusalém permanecerá sob a supremacia dos gentios até o dia em que as visões de Daniel forem cumpridas. Na linguagem das Escrituras, "Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos dos gentios se completem." [13] Mas antes, a cruz precisa suplantar o Crescente na Judéia, caso contrário é incrível que a Mesquita de Omar dê lugar ao templo judaico no Monte de Sião.

Se a operação de causas como as indicadas acima, conjuntamente com a decadência do poder islâmico, levará à formação de um estado judaico protegido na Palestina, possivelmente com uma ocupação militar de Jerusalém por, ou em nome de alguma potência européia, nada mais precisa ser imaginado que um reavivamento religioso entre os judeus, para preparar o caminho para o cumprimento das profecias. [14]

Deus não rejeitou seu povo e, quando a presente dispensação terminar e o grande propósito para o qual ela foi ordenada tiver sido satisfeito, os fios caídos da profecia e da promessa serão novamente seguidos e a dispensação historicamente interrompida em Atos dos Apóstolos, quando Jerusalém era o centro indicado para o povo de Deus na Terra, [15] será continuada. Judá novamente se tornará uma nação, Jerusalém será restaurada e o templo será construído, no qual a "abominação desoladora" será colocada. [16]

Notas de Rodapé do Capítulo 13

[1] Mateus 2:3. Não se deve imaginar que foi qualquer emoção religiosa que perturbou o rei. O anúncio dos magos foi para ele o que a notícia do nascimento de um herdeiro é para um possível herdeiro. Os magos perguntaram: "Onde está aquele que é nascido rei dos judeus?" A pergunta de Herodes ao Sinédrio foi, "Onde havia de nascer o Cristo?" e, ao saber que a profecia designava claramente Belém, ele mandou matar todas as crianças naquela cidade e contornos. Herodes e o Sinédrio não tinham aprendido a espiritualizar as profecias.

[2] Confira Pusey, Daniel, pg 84.

[3] Mateus 10:5-8. O capítulo é profético, mantendo o caráter do livro, e alcança até o testemunho dos últimos dias (veja, por exemplo, o verso 23).

[4] No nosso próprio tempo os judeus tiveram a temeridade de publicar uma tradução do Mishna, e o leitor que folhear seus tratados pode julgar com que desprezo e aversão o Senhor deve ter considerado a religião daqueles homens miseráveis. O tratado Sabbath permite um inestimável comentário sobre o capítulo 12 de Mateus. O Mishna é uma compilação das tradições orais dos rabinos, feita no segundo século, para evitar que fossem perdidas pela dispersão - as mesmas tradições, muitas das quais prevaleciam quando o Senhor estava na Terra, e que Ele condenou de forma tão severa por solaparem as Escrituras, porque naquela época, como agora, os judeus as consideravam como possuidoras de sanção divina. (Confira Jewish Cal., de Lindo; Introd. Hist. Jews, Milman, Livro 18).

[5] Mateus 13:3,13. "A partir da expressão ardzato em Marcos, comparada com a pergunta dos discípulos no verso 10, - e com o verso 34, - parece que este foi o início do ensino do nosso Senhor por parábolas, expressamente assim entregues e adequadamente assim chamadas. A seqüência natural de coisas aqui concorda e confirma a organização de Mateus contra aqueles que colocariam (como Ebrard) todo este capítulo antes do Sermão do Monte. Ele ali falou sem parábolas, ou principalmente assim; e continou a fazer isso até que a rejeição e a má compreensão de Seus ensinos O levaram a adotar judicialmente o curso aqui indicado, coris par. ouden elalei autois." - Alford, Gr. Test, Mateus 13:3.

[6] Como foram também as interpretações das Parábolas do Semeador e do Joio

[7] Mateus 24:3: "E, estando assentado no Monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos em particular..." Compare com Mateus 5:1: "E Jesus, vendo a multidão, subiu a um monte, e, assentando-se, aproximaram-se dele os seus discípulos." O Sermão do Monte apresentou os princípios sobre os quais o reino seria estabelecido. Tendo o rei sido rejeitado pela nação, o segundo Sermão do Monte apresentou os eventos que precisam preceder Seu retorno.

[8] Alford, Gr. Test., vol 4, pt. 2, Proleg. Rev.

[9] Mateus 24:4,6. Isto é, o estágio final do advento; não Sua vinda como predito em 1 Tessalonicenses 4 e em outros lugares, que não tem sinais precedentes.

Referenciar o verso 5 aos tempos de Barcochab envolve um claro anacronismo. A referência principal nos versos 15-20, e, portanto, da porção anterior da profecia, era ao período que terminou com a destruição de Jerusalém.

[10] A questão da restauração deles a uma posição de bênçãos espirituais já foi discutida.

[11] Clinton, Fasti H., vol. 1, pg 243.

[12] Há, sem dúvida, o que pode ser chamado de milagre provado da conversão individual, e o crente tem prova transcendental não somente da existência de Deus, mas de Sua presença e poder com o homem.

[13] Lucas 21:24. Isto é, até o fim do período durante o qual a soberania terreal, entregue a Nabucodonosor, vinte e cinco séculos atrás, permanecerá com os gentios.

[14] O seguinte extrato da Jewish Chronicle, de 9 de novembro de 1849, é citado em Ten Kingdoms, de Mr. Newton (segunda edição, pg 401): "As potências européias não precisarão se dar ao trabalho de restaurar os judeus individualmente ou coletivamente. Que elas apenas confiram à Palestina uma constituição como a dos Estados Unidos... e os judeus restaurarão a si mesmos. Eles então iriam disposta e alegremente, e ali aguardariam seu tempo para um Messias inspirado pelos céus, que restaurará o Mosaicismo ao seu esplendor original."

[15] Os gentios foram então admitidos dentro do aprisco, não em uma igualdade, mas em algum sentido como prosélitos tinham sido recebidos dentro da nação. A igreja era essencialmente judaica. O templo era o lugar de encontro (Atos 2:46; 3:1; 5:42). O testemunho deles estava na linha das antigas profecias para a nação (Atos 3:19-26), e até quando dispersos pela perseguição, os apóstolos permaneceram na metrópole, e aqueles que foram dispersos para fora do país evangelizavam somente entre os judeus (Atos 8:1-4; 11:19). Pedro recusou-se a ir entre os gentios, exceto após receber uma revelação especial (verso 10). e ele precisou defender-se diante da igreja por ir a todos (11:2-18; compare o capítulo 15.)

[16] Espalhado entre os povos estará um "remanescente" que "guarda os mandamentos de Deus e tem o testemunho de Jesus Cristo" (Apocalipse 12:17); judeus, e até cristãos; judeus, mas crentes no Messias, a quem a nação continuará a rejeitar até o tempo de Seu aparecimento. Deve ser óbvio para a mente pensante que profecias como as do capítulo 24 de Mateus implicam que haverá um povo fiel a ser confortado e guiado por elas no tempo e na cena do seu cumprimento.

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