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As conclusões a que chegamos no capítulo precedente
sugerem um impressionante paralelo entre as primeiras visões de Daniel e
a profecia das setenta semanas. A história não contém registros dos
eventos para satisfazer o curso predito da septuagésima semana. O
Apocalipse não estava escrito quando aquele período deveria ter sido
fechado cronologicamente e, embora dezoito séculos tenham transcorrido
desde então, a restauração dos judeus ainda parece uma quimera de
fanáticos sangüíneos. Vamos lembrar também que o propósito da profecia
não era agradar ou despertar o interesse dos curiosos. Necessariamente
alguma dose de misticismo precisa caracterizar as palavras proféticas,
caso contrário elas podem ser "cumpridas" de acordo com a vontade de
homens designados; mas uma vez que a profecia vem lado a lado com os
eventos que menciona, ela falha em um de seus principais propósitos se
sua relação com eles for duvidosa. Se qualquer indivíduo quiser aprender
a conexão entre a profecia e seu cumprimento, que leia o capítulo 53 de
Isaías e compare-o com a história da Paixão de Cristo: tão vago e
figurativo que ninguém poderia ter representado o drama predito; mas
mesmo assim tão definitivo e claro que, uma vez que o drama foi
cumprido, até mesmo uma criança pode reconhecer sua abrangência e
significado. Se então o evento que constitui a data inicial da
septuagésima semana precisa ser tão pronunciado e certo quanto o
comissionamento de Neemias e a morte do Messias, ele está
necessariamente ainda no futuro. E é isso precisamente o que o estudo do capítulo 7 de
Daniel nos levará a esperar. Todos os intérpretes cristãos concordam que
entre a ascensão do quarto animal e o crescimento dos dez chifres há um
intervalo, ou um parêntese na visão; e, como claramente mostrado, esse
intervalo inclui todo o período entre o tempo de Cristo e a divisão do
território romano em dez reinos, a partir dos quais o grande perseguidor
do futuro se levantará. Esse período, além disso, não é admitidamente
observado nas outras visões narradas no livro. Há, portanto, a priori,
uma forte probabilidade que ele seria negligenciado na visão do capítulo
9. Mais do que isso, não há somente a mesma razão para
essa redução mística na visão das setenta semanas, como nas outras
visões, [1] mas essa razão aplica-se aqui com especial força. As
setenta semanas foram estabelecidas como o período durante o qual as
bênçãos sobre Judá seriam adiadas. Em comum com toda a profecia, o
significado dessa profecia será claramente evidente quando seu
cumprimento final ocorrer, mas ela foi necessariamente transmitida de
uma forma mística de modo a confinar os judeus à responsabilidade de
aceitarem seu Messias. A proclamação inspirada do apóstolo Pedro à nação
em Jerusalém, registrada no capítulo 3 de Atos, foi de acordo com isso.
Os judeus olhavam meramente para o retorno de sua supremacia nacional,
mas o propósito principal de Deus era a redenção por meio da morte
daquele que levaria os pecados. Agora, o sacrifício tinha sido realizado
e Pedro apontou para o Calvário como o cumprimento
"do que Deus já dantes tinha anunciado pela boca de todos os seus
profetas" e acrescentou seu testemunho,
"Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os
vossos pecados, e venham assim os tempos do refrigério pela presença do
SENHOR. E envie ele a Jesus Cristo, que já dantes vos foi pregado."
[Atos 3:19-20] A realização dessas bênçãos teria sido o cumprimento da
profecia de Daniel, e a septuagésima semana teria corrido seu curso sem
interrupções. No entanto, Judá mostrou-se impenitente e de dura cerviz,
de modo que as bênçãos prometidas foram novamente adiadas até o
fechamento desta estranha época da dispensação dos gentios. Mas alguém pode perguntar, "Não foi a cruz de Cristo
o cumprimento dessas bênçãos?" Um estudo cuidadoso das palavras do anjo
em Daniel 9:29 mostrará que não mais de uma delas foi assim cumprida. A
sexagésima nona semana deveria terminar com a morte do Messias; o
encerramento da septuagésima semana deve trazer para Judá as bênçãos
plenas resultantes dessa morte. A transgressão de Judá ainda precisa ser
detida e seus pecados selados. O dia é ainda futuro quando uma fonte
será aberta para purificar a iniqüidade do povo de Daniel [veja Zacarias
13:1] e o sol da justiça nascerá para eles. Em que sentido foram a visão
e a profecia seladas na morte de Cristo, considerando-se que a maior de
todas as visões ainda estava para ser dada (o Apocalipse) e os dias
ainda estavam por vir quando as palavras dos profetas seriam cumpridas?
[Lucas 21:22] Seja lá qual for o significado a ser dado a "ungir o
Santíssimo", é claro que o Calvário não foi o cumprimento disso. [2] Mas é consistente com o argumento justo ou com o bom
senso dizer que uma era assim cronologicamente definida deva ser
interrompida indefinidamente em seu curso? A resposta pronta pode ser
dada - que se o bom senso e a justiça, se o julgamento humano for
decidir a questão, a única dúvida precisa ser se o período final do
ciclo e as bênçãos prometidas em seu encerramento, não são para sempre
ab-rogadas ou perdidas por causa da pavorosa culpa do povo que "matou o
Príncipe da vida". [Atos 3:15] Certamente não existe presunção em supor
que o fluxo do tempo profético esteja represado durante todo esse
intervalo da apostasia de Judá. A questão permanece, se qualquer
precedente para isso pode ser descoberto na cronologia mística da
história de Israel. De acordo com o livro dos Reis, Salomão começou a
construir o templo no ano 480 após os filhos de Israel saírem da terra
do Egito. [1 Reis 6:1] Essa afirmação que, mais do que qualquer outra,
aparentemente, não poderia ser mais exata, tem confundindo os
cronologistas. Por alguns, ela tem sido acusada como uma falsidade; por
outros, tem sido desprezada como um erro; mas todos concordam em
rejeitá-la. Além disso, a própria Escritura parece contradizê-la. Em seu
sermão em Antioquia da Pisídia [Atos 13:18-21], o apóstolo Paulo
epitomiza assim a cronologia desse período da história de sua nação: 40
anos no deserto; 450 anos sob os juízes e 40 anos do reinado de Saul;
dando um total de 530 anos. A esses anos precisam ser acrescentados os
quarenta anos do reinado de Davi e os três primeiros anos do reinado de
Salomão; dando 573 anos para o mesmo período que é descrito em Reis como
480 anos. Podem essas conclusões, aparentemente tão inconsistentes,
serem reconciliadas? [3] Se seguirmos a história de Israel no livro dos
Juízes, descobriremos que por cinco grandes períodos sua existência
nacional como povo de Jeová esteve suspensa. Em punição por sua
idolatria, Deus os entregou repetidas vezes e "os vendeu nas mãos de
seus inimigos". Eles se tornaram escravos do rei da Mesopotâmia por oito
anos, do rei de Moabe por dezoito anos, do rei de Canaã por vinte anos,
dos midianitas por sete anos e, finalmente, dos filisteus, por quarenta
anos. [4] Mas a soma de 8+18+20+7+40 anos é 93 anos, e se 93
forem deduzidos dos 573 anos, o resultado é 480 anos. É óbvio, portanto,
que os 480 anos citados no livro dos Reis desde o êxodo do Egito até o
templo é uma era mística formada eliminando-se todos os períodos durante
os quais o povo esteve rejeitado por Deus. [5] Se, então, esse
princípio foi inteligível aos judeus com relação à sua história, seria
natural e legítimo introduzi-lo com relação a uma era essencialmente
mística como a das setenta semanas. Mas essa conclusão não depende do argumento, por mais
sólido que seja, ou da inferência, por mais justa. Ela é
indisputavelmente provada pelo testemunho do próprio Cristo.
"Que sinal haverá da tua vinda, e do fim do
mundo?" perguntaram os discípulos reunidos em volta Dele em um
dos últimos dias de Seu ministério terreno. [Mateus 24:3] Em resposta,
ele falou da tribulação predita por Daniel, [6] e os advertiu que
o sinal daquela pavorosa perseguição será o evento exato que marca a
metade da septuagésima semana, isto é, a profanação do lugar santo pela
"abominação da desolação" - provavelmente alguma imagem de si mesmo -
que o falso príncipe introduzirá no templo, em violação às obrigações de
seu tratado de respeitar e defender a religião dos judeus. [7]
Que essa profecia não foi cumprida por Tito é tão certo quanto a
história pode dizer; [8] mas a Escritura não deixa qualquer
dúvida sobre a questão. Parece, a partir das passagens já citadas, que a
tribulação predita durará três anos e meio e iniciará a partir da
violação do tratado na metade da septuagésima semana. Aquilo que se
seguirá é descrito pelo próprio Senhor com palavras de peculiar
solenidade: "E, logo depois da aflição daqueles
dias, o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz, e as estrelas cairão
do céu, e as potências dos céus serão abaladas. Então aparecerá no céu o
sinal do Filho do homem; e todas as tribos da terra se lamentarão, e
verão o Filho do homem, vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande
glória." [Mateus 24:29-30] Que é para as cenas de encerramento da
dispensação que essa profecia se refere é aqui assumido. [9] E,
como essas cenas deverão seguir imediatamente após uma perseguição, que
ocorrerá durante a septuagésima semana, a inferência é incontestável que
os eventos dessa semana pertencem a um tempo ainda no futuro. [10] Podemos concluir, então, que quando mãos ímpias
ergueram a cruz no Calvário e Deus pronunciou o pavoroso "Lo-ami"
[Romanos 9:25-26; confira Oséias 1:9-10] sobre Seu povo, o curso da era
profética cessou de correr. Ele só irá fluir novamente quando a
autonomia de Judá for restaurada e, com óbvia propriedade, a partir do
momento em que a readmissão de Israel na família das nações for
reconhecida por um tratado. [11] Será, portanto, assumido aqui
que a porção anterior da era profética já correu seu curso, mas que os
eventos da última semana de anos ainda precisam ser cumpridos. Portanto,
o último ponto necessário para completarmos a seqüência de provas é nos
certificarmos da data do "Messias, o príncipe". [1] Veja pp.44-47, ante. [2] Todas essas palavras apontam para os
benefícios práticos a serem conferidos em um modo prático sobre o povo,
no segundo advento de Cristo. Isaías 1:26 é um comentário sobre "trazer
a justiça". Tomar isso como um sinônimo com declarar a justiça de Deus
[Romanos 3:25] é doutrinariamente um erro e um anacronismo. Para
qualquer um cujas visões de "reconciliação" não estão baseadas no uso da
palavra nas Escritura, "fazer reconciliação para a iniqüidade" parecerá
uma exceção. O verbo hebraico caphar (fazer expiação ou
reconcialição) significa literalmente "cobrir" o pecado (veja o uso dele
em Gênesis 6:14), remover uma acusação contra uma pessoa por meio do
derramamento de sangue, ou de alguma outra forma (por exemplo,
intercessão, Êxodo 32:30), de modo a garantir a aceitação e o favor
divino. O seguinte é uma relação de passagens em que a palavra é usada
nos três primeiros livros da Bíblia: Gênesis 6:14 (betumarás); 32:20
(aplacarei); Êxodo 29:33,36-37; 30:10,15,16; 32:30; Levítico 1:4;
4:20,26,31,35; 5:6,10,13,16,18; 6:7;30; 7:7; 8:15,34; 9:7; 10:17; 12:7-
8; 14:18-21,31,53; 15:15,30; 16:6,10-11,16-17,18,20,24,27,32-34;17:11;
19:22, 23:28. Será visto que caphar nunca é usado em relação à
expiação ou derramamento de sangue considerado objetivamente, mas dos
resultados obtidos para o pecador, algumas vezes imediatamente após a
morte da vítima, algumas vezes condicionado à ação do sacerdote que
estava encarregado da função de aplicar o sangue. O sacrifício não era a
expiação, mas o modo pelo qual a expiação era feita. Portanto, "a
preposição que marca substituição nunca é usada em conexão com a palavra
caphar" (Girdlestone's Synonyms O. T., pg 214). Portanto,
fazer reconciliação, ou expiação, de acordo com o uso da palavra na
Escritura, implica na remoção da separação prática entre o pecador e
Deus, a obtenção do perdão para o pecado; e as palavras em Daniel 9:24
apontam para o tempo quando o benefício será garantido para Judá.
"Naquele dia haverá uma fonte aberta para a casa
de Davi, e para os habitantes de Jerusalém, para a purificação do pecado
e da imundícia." [Zacarias 13:1]; isto é, as bênçãos do Calvário
serão deles; a reconciliação será feita para o povo. Em
consonância com isso, a transgressão será detida, ou impedida
(veja o uso da palavra em Gênesis 8:2; Êxodo 36:6); isto é, eles
deixarão de transgredir; os pecados serão selados - a palavra comumente
usada para fechar uma carta [1 Reis 21:8], ou uma bolsa ou saco de
tesouro [Jó 14:17]; isto é, os pecados serão tratados e colocados para
longe em um sentido prático; a visão e a profecia serão similarmente
selados; isto é, a função delas estará no fim, pois todas terão sido
cumpridas. [3] De acordo com Browne (Ordo Saec.,
artigos 254 e 268), o Êxodo ocorreu na sexta-feira, 10 de abril de 1586
AC; a passagem do Jordão foi em 14 de abril de 1546 AC; Salomão subiu ao
trono em 1016 AC e a fundação do templo foi em 20 de abril de 1013 AC.
Portanto, ele aceita as declarações de Paulo sem reservas. Clinton
conjetura que houve um intervalo de aproximadamente vinte e sete anos
entre o tempo dos Juízes e outro de doze anos antes da eleição de Saul,
assim fixando 1625 AC como a data do Êxodo, estendendo todo o período
para 612 anos., e isso é adotado por Hales, que chama a afirmação em
Reis de "uma fraude". Outros cronologistas atribuem períodos variando de
741 anos de Júlio Africano aos 480 anos de Usher, cuja data para o Êxodo
- 1491 AC - foi adotada em nossa Bíblia, embora claramente errado por
noventa e três anos, no mínimo. O assunto é totalmente discutido por
Clinton em Fasti Hell., vol. 1, pg 312-313, e por Browne,
revisando os argumentos de Clinton, em Ordo Saec, item 6, etc. As
conclusões de Browne têm muito para eu recomendá-las. Mas se outros
estão corretos em inserir períodos com base em conjeturas, meu argumento
permanece o mesmo, que se quaisquer desses períodos, se existiram, foram
excluídos dos 480 anos com base no mesmo princípio em que foram as eras
das servidões. (Este assunto é melhor discutido no Apêndice 1.) [4] Juízes 3:8,14; 4:2-3; 13:1. A servidão de
Juízes 10:7,9 afetou somente as tribos que viviam além do Jordão, e não
suspendeu a posição nacional de Israel. [5] Os israelitas foram nacionalmente o povo
de Deus, como nenhuma outra nação pode ser; portanto, eles foram
tratados em alguns aspectos com base em princípios similares aos dos
indivíduos. Uma vida sem Deus é morte. A justiça precisa manter um
controle rígido e julgar com severidade; ou a graça pode perdoar. E, se
Deus perdoa, Ele também se esquece do pecado; [Hebreus 10:17] o que sem
dúvida significa que o registro dos pecados é apagado e o período
coberto por ele é tratado como se estivesse em branco. Os dias da nossa
servidão ao mal são ignorados na cronologia divina. [6] thlipsis, Mateus 24:21; Daniel 12:1 (LXX) [7] kai epi to hieronn bdelugma ton eramoseon,
Daniel 9:27; to bdelugma eramoseos, Daniel 12:11 (LXX); hotan oun idate
to bdelugma tas eramoseos to rhathen dia Danial tou prophatou, estos en
topo hagio, Mateus 24:15. Compare 1 Macabeus 1:54, okodomasan bdelugma
eramoseos epi phusiastapion. Essa passagem em Mateus permite uma prova
irrefutável que todos os sistemas de interpretação que fazem as setenta
semanas terminarem com a vinda ou morte de Cristo e, portanto, antes da
destruição de Jerusalém por Tito, estão totamente errados. E que esse
evento não foi na verdade o fim da era é claro a partir de Mateus
24:21-29 e Daniel 9:24. [8] Fazendo todos os descontos para o
deplorável tempo de serviço de Josefo e sua admiração por Tito, seu
testemunho neste ponto é completo e explícito demais para admitir a
dúvida. (Guerras, 6, 2 parágrafo 4). [9] Estou ciente dos sistemas de interpretação
que modificam o significado dessas escrituras, mas é inútil tentar
refutar todos eles em detalhes. (Veja o Capítulo 11, post. e o
Apêndice Nota C.) [10] Tal era a crença da igreja primitiva; mas
a questão tem sido debatida longamente em deferência a escritores
modernos que defendem uma interpretação diferente de Daniel 9:27.
Hipólito, que foi bispo e mártir, e que escreveu no início do terceiro
século, é o mais definitivo no ponto. Citando o verso, ele diz, "Por uma
semana, ele quis dizer a última semana, que será no fim de todo o
mundo; durante essa semana os dois profetas Enoque e Elias se
levantarão na primeira metade; pois pregarão por 1.260 dias, vestidos em
pano de saco." (Hipólito, em Cristo e o Anticristo). De acordo
com Browne (Ordo Saec., pg 386, nota), essa também era a visão do
pai dos cronologistas cristãos, Júlio Africano. Que metade da última
semana foi cumprida, mas os remanescentes três anos e meio ainda são
futuros, é mantido pelo próprio cônego Browne (artigo 339), que observa
aquilo que tantos autores modernos negligenciam, que os eventos que
pertencem a esse período estão conectados com os tempos do Anticristo. [11] Isto é, a aliança mencionada em Daniel
9:27. Você está preparado espiritualmente? Sua família está
preparada? Você está protegendo seus amados da forma adequada? Esta é a
razão deste ministério,
fazê-lo compreender os perigos iminentes e depois ajudá-lo a criar
estratégias para advertir e proteger seus amados. Após estar bem treinado,
você também pode usar seu conhecimento como um modo de abrir a porta de
discussão com uma pessoa que ainda não conheça o plano da salvação. Já
pude fazer isso muitas vezes e vi pessoas receberem Jesus Cristo em seus
corações. Estes tempos difíceis em que vivemos também são um tempo em que
podemos anunciar Jesus Cristo a muitas pessoas. Se você recebeu Jesus Cristo como seu Salvador pessoal,
mas vive uma vida espiritual morna, precisa pedir perdão e renovar seus
compromissos. Ele o perdoará imediatamente e encherá seu coração com a
alegria do espírito de Deus. Em seguida, você precisa iniciar uma vida
diária de comunhão, com oração e estudo da Bíblia. Se você nunca colocou sua confiança em Jesus Cristo
como Salvador, mas entendeu que Ele é real e que o Fim dos Tempos está
próximo, e quer receber o Dom Gratuito da Vida Eterna, pode fazer isso
agora, na privacidade do seu lar. Após confiar em Jesus Cristo como seu
Salvador, você nasce de novo espiritualmente e passa a ter a certeza da
vida eterna em Seu Reino, como se já estivesse com Ele. Se quiser
saber como nascer de novo,
CLIC
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homens) que a sua igreja prega, siga então o último conselho bíblico:
Saia dela Povo Meu! Apoc 18:4. ...E, se Eu for e vos preparar lugar, virei outra
vez, e vos tomarei para Mim mesmo, para que onde Eu estiver
estejais vós também. João 14:3 Esperamos que este ministério seja uma bênção em sua
vida. Nosso propósito é educar e advertir as pessoas, para que vejam que
Jesus está às portas!!! Que Deus o abençoe. Clic Aqui para enviar esta Matéria para um amigo!
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