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O ponto de contato entre a cronologia sacra e a
profana na história bíblica e, portanto, a primeira data certa, é a
ascensão de Nabucodonosor ao trono de Babilônia (confira Daniel 1:1 e
Jeremias 25:1). A partir dessa data calculamos para a frente até Cristo
e para trás até Adão. A concordância dos principais cronologistas é uma
garantia suficiente que Davi iniciou a reinar em 1056-5 AC e que,
portanto, todas as datas subseqüentes podem ser corretamente
determinadas. Mas fora dessa época inicial, a certeza desaparece. As
datas nas margens na Bíblia inglesa representam principalmente a
cronologia do arcebispo Ussher [*] e, apesar de sua eminência
como cronologista, algumas dessas datas são duvidosas e outras são
totalmente erradas. Das datas duvidosas no esquema de Ussher, os reinados
de Belsazar e Assuero podem servir como exemplos. O caso de Belsazar é
especialmente interessante. A Escritura diz claramente que ele reinava
em Babilônia quando o reino foi conquistado pelos medos e persas e que
Belsazar foi morto na noite em que Dario entrou na cidade. Por outro
lado, não somente nenhum historiador antigo menciona Belsazar, mas todos
concordam que o último rei de Babilônia foi Nabonido, que estava ausente
da cidade quando os persas a capturaram e que mais tarde submeteu-se aos
conquistadores em Borsipa. Assim, a contradição entre a história e a
Escritura parecia ser absoluta. Os céticos apelavam para a história para
desacreditar o livro de Daniel, e os comentaristas solucionavam a
dificuldade rejeitando a história. Entretanto, as inscrições cuneiformes
agora solucionaram a controvérsia de uma maneira tão satisfatória quanto
inesperada. Em cilindros de argila que foram descobertos por Sir H.
Rawlinson em Mughier e em outros sítios caldeus, Belsazar (Belsaruzur) é
citado por Nabonido como sendo seu filho mais velho. A inferência é
óbvia, que durante os anos finais do reinado de seu pai, Belsazar foi
rei-regente em Babilônia. De acordo com o cânon de Ptolomeu, Nabonido
reinou durante dezessete anos (de 555 até 538 AC) e Ussher dá esses anos
a Belsazar. Em comum com muitos outros autores, Ussher assumiu
que o rei do livro de Ester foi Dario Histaspes, mas existe agora uma
concordância que é o filho e sucessor de Dario que é mencionado como
Assuero - "um nome que ortograficamente corresponde ao nome grego Xerxes."
[1] O grande banquete do primeiro capítulo de Ester,
realizado em seu terceiro ano, (verso 3) foi presumivelmente em
antecipação à sua expedição contra a Grécia (483 AC) e o casamento de
Ester ocorreu no seu sétimo ano (2:16), tendo sido adiado até então por
causa da ausência do rei durante a campanha. As datas marginais do livro
de Ester devem, portanto, iniciar com 486 AC, em vez de 521, conforme
indicado na Bíblia inglesa. Mas esses são pontos comparativamente triviais,
enquanto o principal erro da cronologia de Ussher é de real importância.
De acordo com 1 Reis 6:1, Salomão começou a construir o templo "no ano
de quatrocentos e oitenta, depois de sairem os filhos de Israel da terra
do Egito". O caráter místico dessa era de 480 anos já foi observado em
um capítulo anterior. Ussher assumiu que ela representava um período
estritamente cronológico e, contando para trás a partir do terceiro ano
de Salomão, fixou a data do Êxodo em 1491 AC - um erro que viciou todo
seu sistema. Em Atos 13:18-21, Paulo, ao tratar do intervalo entre
o Êxodo e o fim do reinado de Saul, especifica três períodos; 40 anos,
aproximadamente 450 anos, e 40 anos = 530 anos. A partir da ascensão de
Davi ao trono até o terceiro ano de Salomão, quando o templo foi
fundado, foram quarenta e três anos. Portanto, de acordo com essa
enumeração, o período entre o Êxodo e o templo foi 530 + 43 = 573 anos.
Clinton, entretanto, cuja cronologia tem sido mais geralmente adotada,
conjetura que houve um intervalo de vinte e sete anos entre a morte de
Moisés e a primeira servidão, e um intervalo de doze anos entre "o
profeta Samuel" (1 Samuel 7) e a eleição de Saul. Ele corretamente
estima o período entre o Êxodo e o templo em 573+27+12=612 anos. [2] Portanto, as principais datas de Clinton são estas: 4138 AC - Adão Nessa cronologia, Browne propõe três correções (Ordo
Sec., Cap. 10, 13); ele rejeita os dois termos conjeturais de vinte
e sete anos e doze anos acima observados; e acrescenta dois anos ao
período entre o Dilúvio e o Êxodo. Se essa última correção for adotada
(e é perfeitamente legítima, considerando-se que precisão aproximada é
tudo que o cronologista mais capacitado pode afirmar ter alcançado para
essa era), que três anos sejam acrescentados ao período entre o Dilúvio
e a Aliança com Abraão, e o último evento torna-se exatamente, como é em
qualquer caso aproximadamente, a época central entre a criação e a
crucificação. A data do Dilúvio seria então colocada em 2485 AC e,
portanto, a criação teria ocorrido em 4141 AC. Os seguintes aspectos mais notáveis aparecem na
cronologia assim definida: De Adão até a Aliança com Abraão (4141 AC até 2055
AC) são 2086 anos De Abraão até a crucificação de Cristo (2055 AC até
32 DC) são 2086 anos De Adão até o Dilúvio (4141 AC até 2485 AC) são
1656 anos Do Dilúvio até a Aliança (2485 AC até 2055) são 430
anos Da Aliança até o Êxodo (2055 AC até 1625 AC) são
430 anos Do Êxodo até a crucificação (1625 AC até 32 DC) são
1656 anos [3] A Aliança aqui mencionada é a registrada em Gênesis
12 em conexão com a chamada de Abraão. As afirmações das Escrituras com
relação a essa parte da cronologia podem parecer precisar de explicação
em dois aspectos. Estêvão declara em Atos 7:4 que a saída de Abraão de
Harã ocorreu após a morte de seu pai. Mas Abraão tinha somente setenta e
cinco anos de idade quando entrou em Canaã; enquanto que se assumirmos
de Gênesis 11:26 que Abraão nasceu quando Terá tinha setenta anos, ele
precisa ter cento e trinta anos quando foi chamado, pois Terá morreu aos
205 anos. (Compare Gênesis 11:26,31,32; 12:4) Entretanto, o fato é óbvio
a partir dessas afirmações que embora nomeado entre os filhos de Terá,
Abraão não era o primogênito, mas o mais jovem. Terá tinha setenta anos
quando seu filho mais velho nasceu, e ele teve três filhos: Harã, Naor e
Abraão. Para ter certeza da idade dele no nascimento de Abraão,
precisamos nos voltar para a história, e ali ficamos sabendo que ele
tinha cento e trinta anos. [4] E isso explicará a deferência de
Abraão por Ló, que, embora fosse seu sobrinho, tinha apesar disso, a
mesma idade em anos, e possivelmente era mais velho; além disso, como
filho do irmão mais velho da Abraão, era o chefe nominal da família.
(Gênesis 13:8,9) De acordo com Êxodo 12:40, "o tempo em que os filhos
de Israel habitaram no Egito foi de quatrocentos e trinta anos". Se isso
for tomado para significar (como a afirmação em Gênesis 15:13, citado
por Estêvão em Atos 7:6, poderia também parecer implicar) que os
israelistas estiveram quatro séculos no Egito, toda a cronologia precisa
ser modificada. Mas, como o apóstolo Paulo explica em Gálatas 3:17,
esses 430 anos devem ser calculados desde a chamada de Abraão, e não a
partir da entrada de Israel no Egito. A afirmação em Gênesis 15:13 é
explicada e qualificada pelas palavras que seguem no verso 16. Todo o
período das peregrinações de Israel seria de quatro séculos, mas quando
a passagem fala definitivamente da peregrinação deles no Egito, ela diz
"Na quarta geração" - uma palavra que foi cumprida com exatidão, pois
Moisés foi o quarto descendente desde Jacó. [5] Não foi até 470 anos após a aliança com Abraão oque
seus descendentes tomaram seu lugar como uma das nações da Terra. Eles
foram escravos no Egito e peregrinaram no deserto; mas sob a liderança
de Josué entraram na terra prometida e se tornaram uma nação. E com esse
último evento iniciou-se uma série de ciclos de "setenta semanas" de
anos. Desde a entrada em Canaã (1586-5 AC) até o
estabelecimento do reino sob a liderança de Saul (1096 AC) foram 490
anos. Desde o reino (1096 AC) até a servidão a Babilônia
(606 AC) foram 490 anos. Desde o início da servidão (606 AC) até o edito
real do vigésimo ano de Artaxerxes Longimano, a independência nacional
de Judá esteve suspensa, e com essa data iniciou-se a era mística dos
490 anos, que formam as "setenta semanas" da profecia de Daniel. Novamente, o período entre a dedicação do primeiro
templo no ano undécimo de Salomão (1066-5 AC) e a dedicação do segundo
templo no ano sexto de Dario Histaspes, da Pérsia (515 AC), foi de 490
anos. [6] Devemos concluir que esses resultados são puramente
acidentais? Nenhuma pessoa que use a cabeça hesitará em aceitar a
alternativa mais razoável que a cronologia do mundo é parte de um plano
divino ou "economia dos tempos e épocas". A investigação cronológica sugerida pelas datas
fornecidas pelos livros de 2 Reis, 2 Crônicas, Jeremias, Ezequiel e
Daniel é de principal importância, não somente por estabelecer a
absoluta precisão das Escrituras, mas também por lançar luz sobre a
questão principal das várias eras de cativeiro, que novamente estão
intimamente ligadas com a era das setenta semanas. O estudante do livro de Daniel encontra cada etapa
cercada por dificuldades geradas ou por inimigos jurados, ou por
pseudo-expositores dos Escritos Sagrados. Até mesmo a frase de abertura
do livro tem sido atacada por todos os lados. Que Daniel foi tomado
cativo no terceiro ano de Jeoiaquim "é simplesmente uma invenção cristã
recente", afirma o autor de Messiah the Prince (pg 42), mantendo
seu estilo de descartar a história sacra e profana, de modo a apoiar
suas próprias teorias. Em History of the Jews, de Dean Martin, a
página que trata dessa época inicial está repleta de imprecisões.
Primeiro, ele confunde os setenta anos das Desolações, preditos em
Jeremias 25, com os setenta anos da Servidão, que já tinha começado.
Então, como a profecia de Jeremias 25 foi dada no ano quarto do
Jeoiaquim, ele fixa a primeira captura de Jerusalém naquele ano,
enquanto que as Escrituras dizem expressamente que ela ocorreu no
terceiro ano de Jeoiaquim (Daniel 1:1). Ele então especifica 601 AC como
o ano da invasão de Nabucodonosor, e aqui a confusão é total, pois ele
menciona dois períodos de três anos cada entre essa data e a morte do
rei, que apesar disso ele corretamente atribui ao ano 598 AC. Novamente, o artigo do Dr. F. W. Newman sobre os
Cativeiros, na Cyclopaedia de Kitto, bem merece observação como
um exemplo do tipo de crítica que pode ser encontrado em livros padrão
ostensivamente destinados a ajudar no estudo das Escrituras. "A afirmação com a qual o livro de Daniel inicia
está em conflito direto com os livros de Reis e Crônicas, que atribuem
a Jeoiaquim um reinado de onze anos, e também com Jeremias 25:1. Ela
baseia-se parcialmente em 2 Crônicas 36:6, que não está mesmo em
perfeita concordância com 2 Reis 24. Na história anterior, a guerra
irrompeu durante o reinado de Jeoiaquim, que morreu antes de ela
terminar; e quando seu filho e sucessor Joaquim tinha reinado três
meses, a cidade e seu rei toram capturados. Nas Crônicas, porém, o
mesmo evento acontece duas vezes em um período de três meses e dez
dias (2 Crônicas 36:6 e 9); e e mesmo assim não obtemos concordância
com a interpretação recebida de Daniel 1:1-3." As conclusões desse autor são adotadas por Dean
Stanley em seu Jewish Church (vol. 2, pg 459), em que ele enumera
entre os cativos tomados com Joaquim no ano oitavo de Nabucodonosor, o
profeta Daniel, que tinha obtido um cargo na corte de Babilônia seis
anos antes de Joaquim subir ao trono! (Compare 2 Reis 24:12 com Daniel
2:1) Uma referência ao Five Great Monarchies (vol
3, pg 488-94), e o Fasti Hellenici, mostrará quão completamente coerente
a história sagrada desse período aparece para a mente de um historiador
e cronologista e, além disso, quão completamente ela se harmoniza com os
fragmentos existentes da história de Berosus. Jeoiaquim realmente reinou por onze anos. Em seu
terceiro ano ele tornou-se vassalo do rei de Babilônia. Por três anos
ele pagou tributos, e em seu sexto ano ele se revoltou. Não há uma
sombra de razão para crer que o primeiro verso de Daniel seja espúrio; e
mesmo sem toda a confirmação de sanção divina para o livro, a idéia que
tal autor - um homem que tinha o título de príncipe e da mais elevada
cultura, (Daniel 1:3,4) criado para ocupar um lugar entre os sábios e
nobres de Babilônia - era ignorante da data e das circunstâncias de seu
próprio exílio é simplesmente absurdo. Mas de acordo com o Dr. Newman,
ele precisava referenciar o livro das Crônicas para obter a informação,
e por causa disso se enganou. Uma comparação das afirmações em Reis,
Crônicas, e Daniel estabelece claramente que as narrativas são
independentes, cada uma dando detalhes omitidos nos outros livros. O
segundo verso de Daniel parece inconsistente com o resto somente para
uma mente capaz de supor que o rei vivo de Judá foi colocado como um
ornamento no templo de Bel junto com os vasos sagrados, pois é assim que
o Dr. Newman interpreta. E a aparente inconsistência em 2 Crônicas 36:6
desaparece quando lida no contexto, pois o verso oitavo mostra o
conhecimento do autor que Jeoiaquim completou seu reinado em Jerusalém.
Além disso, a correção de toda a história é bem estabelecida fixando-se
a cronologia dos eventos, um teste crucial de exatidão. Jerusalém foi primeiro capturada pelos caldeus no
terceiro ano de Jeoiaquim (Daniel 1:1). O quarto ano dele foi corrente
com o primeiro de Nabucodonosor (Jeremias 25:1). Isto concorda com a
afirmação de Berosus que a primeira expedição de Nabucodonosor ocorreu
antes de ele subir ao trono (Josefo, Apion, 1.19). De acordo com
o cânon de Ptolomeu, a exatidão do qual tem sido plenamente
estabelecida, o reinado de Nabucodonosor vai de 604 AC, isto é, a
ascensão dele ao trono foi no ano iniciando com o primeiro Thoth (que
caiu em janeiro) de 604 AC, e a história não deixa dúvidas que foi bem
no início daquele ano. Mas o cativeiro, de acordo com a era de Ezequiel,
iniciou no oitavo ano de Nabucodonosor (compare Ezequiel 1:2 e 2 Reis
24:12); e no ano trinta e sete do cativeiro, o sucessor de Nabucodonosor
estava no trono (2 Reis 25:27). Isso daria a Nabucodonosor um reinado de
pelo menos quarenta e quatro anos, enquanto que, de acordo com o cânon
(e Berosus o confirma) ele reinou somente por quarenta e três anos e foi
sucedido por Evil-Merodaque (o Iluoradam do cânon), em 561 AC. Segue-se, portanto, que as Escrituras antedatam os
anos de Nabucodonosor, calculando seu reinado de 605 AC. [7] Isso
seria suficientemente explicado pelo fato que, desde a conquista de
Jerusalém, no ano terceiro de Jeoiaquim, os judeus reconheciam
Nabucodonosor como seu suserano. Entretanto, tem sido negligenciado que
é de acordo com o princípio ordinário em que eles consideravam os anos
dos reinados, calculando-os de nisã a nisã. Em 604 AC, o dia 1 de nisã
caiu em ou perto de 1 de abril [8] e, de acordo com o cálculo
judaico, o segundo ano do rei iniciaria naquele dia, independente de
quão recentemente ele tinha subido ao trono. Portanto, "o quarto ano de
Jeoiaquim, que foi o primeiro ano de Nabucodonosor (Jeremias 25:1), foi
o ano que começou em nisã de 605 AC; e o terceiro ano de Jeoiaqim, em
que Jerusalém foi capturada e a servidão começou, foi o ano que iniciou
em nisã de 606 AC. Esse resultado é admiravelmente confirmado por
Clinton, que fixa o verão de 606 AC como a data da primeira expedição de
Nabucodonosor. [9] Isso é ainda mais confirmado e permite a explicação
de uma afirmação de Daniel, que tem sido usada triunfantemente para
depreciar o valor do livro. Se, eles dizem, o rei de Babilônia manteve
Daniel em treinamento por três anos antes de recebê-lo em sua presença,
como poderia ter o profeta interpretado o sonho do rei em seu segundo
ano de reinado? (Daniel 1:5,18; 2:1). Daniel, um cidadão de Babilônia
que residia no palávio real, natural e logicamente calculou o reinado de
seu soberano de acordo com o uso comum (como Neemias também fez em
circunstâncias similares). Mas como o profeta foi exilado em 606 AC, o
período probatório de três anos terminou no encerramento do ano 603 AC,
enquanto que o segundo ano de Nabucodonosor, calculado a partir da sua
ascensão ao trono, estendeu-se para alguma data nos meses iniciais de
602 AC. Novamente, a data inicial do cativeiro de Jeoiaquim
foi no ano oitavo de Nabucodonosor (2 Reis 24:12), isto é, seu oitavo
ano contado a partir do mês de nisã. Mas o ano nono do cativeiro era ainda corrente no
décimo de tebete do ano nono de Zedequias e o décimo sétimo de
Nabucodonozor (compare Ezequiel 24:1-2 com 2 Reis 25:1-8). E o décimo nono ano de Nabucodonosor e décimo
primeiro de Zedequias, em que Jerusalém foi destruida, foi em parte
concorrente com o décimo segundo ano do cativeiro (compare 2 Reis 25:2-8
com Ezequiel 33:21). Segue-se, portanto, que Jeoiaquim (Jeconias) deve ter
sido tomado cativo no fim do ano judaico ("no decurso de um ano" - 2
Crônicas 36:10), que é o ano que precedia o 1 de nisã de 597 AC; e
Zedequias foi feito rei (após um breve interregno) bem no início do ano
que começou naquele dia. [10] E também se segue que, independente
se calculado de acordo com a era de Nabucodonosor, de Zedequias, ou do
cativeiro, 587 AC foi o ano em que "a cidade foi destruída" [11] O primeiro elo nessa corrente de datas é o terceiro
ano de Jeoiaquim, e cada novo elo confirma a prova da exatidão e
importância dessa data. Ela tem sido justamente chamada de ponto de
contato entre a história sagrada e profana e sua importância na
cronologia sagrada é imensa por ser ela a data inicial da servidão de
Judá ao rei de Babilônia. A servidão não deve ser confundida com o cativeiro,
como geralmente acontece. Foi a rebelião contra o decreto divino que
entregou o cetro imperial a Nabucodonosor, que trouxe sobre os judeus o
julgamento adicional de uma deportação nacional e a ainda mais terrível
punição das "desolações". A linguagem de Jeremias é mais definida a esse
respeito: "E agora eu entreguei todas
estas terras na mão de Nabucodonosor, rei de Babilônia, meu servo; e
ainda até os animais do campo lhe dei, para que o sirvam... E
acontecerá que, se alguma nação e reino não servirem o mesmo
Nabucodonosor, rei de Babilônia, e não puserem o seu pescoço debaixo
do jugo do rei de Babilônia, a essa nação castigarei com espada, e com
fome, e com peste, diz o SENHOR, até que a consuma pela sua mão... Mas
a nação que colocar o seu pescoço sob o jugo do rei de Babilônia, e o
servir, eu a deixarei na sua terra, diz o SENHOR, e lavrá-la-á e
habitará nela." [Jeremias 27:6,8,11; e compare 38:17-21) A era indicada dessa servidão foi setenta anos, e o
capítulo 29 de Jeremias foi uma mensagem de esperança para os cativos,
que ao fim daquele período, eles retornariam a Jerusalém (verso 10). O
capítulo 25 foi uma predição para os judeus rebeldes que permaneceram em
Jerusalém após a servidão ter iniciado, advertindo-os que sua obstinada
desobediência traria sobre eles uma total destruição e que por setenta
anos a terra seria uma desolação. Para recapitular, o ano trinta e sete do cativeiro
foi corrente na ascensão de Evil-Merodaque ao trono (2 Reis 25:27), e a
data inicial do reinado desse rei foi 561 AC. Portanto, o cativeiro foi
a partir do ano que começou em nisã de 598 e terminou em adar de 597.
Mas esse foi o oitavo ano de Nabucodonosor, de acordo com a contagem das
Escrituras. Portanto, o primeiro ano de Nabucodonosor foi de nisã de 605
até nisã de 604. A primeira captura de Jerusalém e o início da servidão
foi durante o ano precedente, 606-605. A destruição final da cidade foi
no décimo nono ano de Nabucodonosor, isto é, em 587, e o cerco começou
em 10 de tebete (aproximadamente em 25 de dezembro) de 589, que foi a
data inicial das desolações. A destruição de Jerusalém pelo fogo não
pode ter sido 588 AC, conforme dado por Ussher, Prideaux, etc., pois
nesse caso [12] o cativeiro teria iniciado em 599 AC, e o
trigésimo sétimo ano teria terminado antes da ascensão de Evil-Merodaque
ao trono. Ela também não pode ter sido 587 AC, conforme dado por
Jackson, Hales, etc., porque então o ano trigésimo sétimo não teria
iniciado durante o primeiro ano de Evil-Merodaque. [13] Esse esquema é praticamente o mesmo que o de Clinton
[14] e a sanção de seu nome pode ser reivindicada para ele, pois
difere do seu sistema somente porque ele marca o reinado de Jeoiaquim em
agosto de 609 AC e o de Zedequias em junho de 598; ele não observou a
prática judaica de calcular os reinados a partir de nisã; enquanto que
eu fixei nisã de 608 AC como a data inicial do reinado de Jeoiaquim, e
nisã de 597 para o de Zedequias. Não que nisã tenha sido realmente o mês
da ascensão ao trono, mas que, de acordo com a regra do Mishna e
a prática da nação, o reinado assim era considerado. A data de Jeoiaquim
não poderia ter sido nisã de 609 AC, porque seu quarto ano foi também o
primeiro de Nabucodonosor, e o ano trigésimo sétimo, contado desde o
oitavo de Nabucodonosor, foi o primeiro de Evil-Merodaque, isto é, 561
AC, uma data que fixa toda a cronologia, conforme o próprio Clinton
argumenta conclusivamente. [15] Segue-se, a partir disso, que a
data de Zedequias deve ter sido 597, e não 598 AC. A cronologia adotada pelo Dr. Pusey [16] é
essencialmente a mesma que a de Clinton. O esquema aqui proposto difere
somente na extensão e nas bases aqui indicadas. A sugestão dele de que o
jejum proclamado no quinto ano de Jeoiaquim (Jeremias 36:9) referiu-se à
captura de Jerusalém em seu terceiro ano, não é improvável, e aponta
para quisleu (novembro) de 606 AC como a data desse evento. Pelas razões
acima indicadas, ele não poderia ter sido 607 AC, como o Dr. Pusey
supõe, e o mesmo argumento prova que a data do cônego Rawlinson para a
expedição de Nabucodonosor (605 AC) é um ano tarde demais. [17] A correção desse esquema será, presumo, admitida, com
relação ao ponto cardeal de diferença entre ele a cronologia de Clinton,
isto é, que os reinados dos reis judeus são considerados a partir do mês
de nisã. Resta observar os pontos de diferença entre os resultados aqui
oferecidos e as hipóteses de Browne (Ordo Saec., Cap. 162-169).
Ele arbitrariamente assume que o cativeiro de Joaquim e o reinado de
Zedequias começaram no mesmo dia. Isso o leva a assumir (1) que eles
foram considerados a partir do mesmo dia, isto é, o primeiro de nisã e,
(2) que os anos reais de Nabucodonosor datam de alguma data entre 1 de
nisã e 10 de ab de 606 (Cap. 166). Ambas essas posições são
indefensáveis. (1) Os judeus certamente consideravam os reinados de seus
reis a partir de 1 de nisã, mas não há provas que eles assim
consideravam os anos de períodos ordinários ou eras como o cativeiro.
(2) A pressuposição é forte, confirmada por todos os sincronismos da
cronologia, que eles calcularam a era real de Nabucodonosor de acordo
com a contagem dos caldeus, como em Daniel, ou de acordo com seu próprio
sistema, como nos outros livros. A tabela a seguir mostrará em uma primeira vista as
várias eras da servidão a Babilônia, o cativeiro do rei Jeoiaquim e as
desolações de Jerusalém. Ao usar a tabela é essencial ter em mente dois pontos
já mencionados: O ano dado na primeira coluna é o ano judaico que
começa em 1 de nisã (março-abril). Por exemplo, 604 AC é o ano que
começa em 1 de abril de 604. 589 é o ano que começa em 15 de março de
589. De acordo com o Mishna, [18] "O primeiro de nisã é um novo
ano para o cálculo do reinado dos reis e para os festivais." Para o
que os editores da tradução inglesa acrescentaram esta nota: "O
reinado dos reis judeus, seja qual for o período da ascensão ao trono,
era sempre considerado a partir do nisã precedente; assim, se por
exemplo, um rei judeu começasse a reinar em adar, o mês seguinte (nisã)
seria considerado como o início do segundo ano de seu reinado. Essa
regra era observada em todos os contratos jurídicos, em que o reinado
dos reis sempre era mencionado." Os anos das diferentes eras são somente em parte
concorrentes. Por exemplo, o primeiro ano das datas das desolações
para o décimo dia de tebete (25 de dezembro) de 589 AC, e o décimo ano
do cativeiro inicia ainda mais tarde, enquanto que o nono ano de
Zedequias e o décimo sétimo de Nabucodonosor data de 1 de nisã (15 de
março) de 589 AC. Se esses pontos forem mantidos em vista, a cronologia
da tabela se harmonizará com todas as outras afirmações cronológicas
para o período envolvido nela, contidas nos livros dos Reis, Crônicas,
Jeremias, Ezequiel e Daniel. Ano Judaico* Reis de Babilônia Reis de Judá Era da Servidão Era do Cativeiro Eventos e Comentários 606 Vigésimo ano de Nabopolassar
Terceiro ano de Jeoiaquim (Eliaquim)
1 - - O terceiro ano de Jeoiaquim, de 1 de
nisã de 606, até 1 de nisã de 605. Jerusalém é capturada por
Nabucodonosor. (Daniel 1:1,2) Com esse evento a servidão a Babilônia
iniciou, 490 anos (ou 70 semanas de anos) após o estabelecimento do
Reino sob a liderança de Saul. "O quarto ano de Jeoiaquim, que foi o
primeiro ano de Nabucodonosor," isto é, o ano que iniciou em 1
de nisã de 605 (Jeremias 25:1). 605 Nebucodono 4 2 - - 604 2 5 3 - - Visão da grande estátua (Daniel 2). 603 3 6 4 - - - 602 4 7 5 - - - 601 5 8 6 - - - 600 6 9 7 - - - 599 7 10 8 - - - 598 8 11 9 1 - Este ano inclui os três meses do
reinado de Joaquim (Jeconias), cujo cativeiro teve início no oitavo
ano de Nabucodonosor 2 Reis 24:12 3 meses de Joaquim 597 9 Zedequias 10 2 - Reinou durante 11 anos (2 Reis
24:18). 596 10 2 11 3 - - 595 11 3 12 4 - - 594 12 4 13 5 - Ezequiel começou a profetizar no
trigésimo ano desde a Páscoa de Josias (2 Reis 23:23) e no quinto ano
do cativeiro (Ezequiel 1:1,2) 593 13 5 14 6 - - 592 14 6 15 7 - - 591 15 7 16 8 - - 590 16 8 17 9 - - 589 17 9 18 10 1 Jerusalém sitiada pela terceira vez
por Nabucodonosor, no dia 10 de tebete - "O jejum de tebete" - o
início das "Desolações" 588 18 10 19 11 2 "O ano décimo de Zedequias, o qual
foi o décimo oitavo ano de Nabucodonosor" (Jeremias 32:1) 587 19 11 20 12 3 Jerusalém capturada no dia 9 do
quarto mês e queimada no dia 7 do quinto mês no décimo primeiro ano de
Zedequias, o décimo nono ano de Nabucodonosor(2 2 Reis 25:2,3,8,9,
chamado "Ano duodécimo do nosso cativeiro" em Ezequiel 33:21; a
notícia chegou aos exilados no quinto dia do décimo mês. 586 20 - 21 13 4 - 585 21 - 22 14 5 - 584 22 - 23 15 6 - 583 23 - 24 16 7 - 582 24 - 25 17 8 - 581 25 - 26 18 9 - 580 26 - 27 19 10 - 579 27 28 20 11 - - 578 28 29 21 12 - - 577 29 30 22 13 - - 576 30 31 23 14 - - 575 31 32 24 15 - - 574 32 33 25 16 - O vigésimo quinto ano do cativeiro
era o décimo quarto (inclusive, como os judeus normalmente
consideravam) desde a destruição de Jerusalém (Ezequiel 40:1) 573 33 34 26 17 - - 572 34 35 27 18 - - 571 35 36 28 19 - - 570 36 37 29 20 - - 569 37 38 30 21 - - 568 38 39 31 22 - - 567 39 40 32 23 - - 566 40 41 33 24 - - 565 41 42 34 25 - - 564 42 43 35 26 - - 563 43 44 36 27 - - 562 44 45 37 28 - De acordo com o cânon, a ascensão de
Iluoradam (Evil-Merodaque) ao trono foi no ano que iniciou em 1 de
Thoth (11 de janeiro) de 561 AC. Mas o ano 562 nesta tabela é o ano
judaico, isto é, o ano que precedia o 1 de nisã (ou aproximadamente 5
de abril de 561, e o trigésimo sétimo ano do cativeiro de Joaquim foi
corrente até o encerramento daquele ano. Nesse ano, Jeoiaquim "foi
tirado do cárcere" (Jeremias 52:31) 561 Evil-Merodaque 46 38 29 - - 560 2 47 39 30 - - 559 Neriglissar ou Nergal Sareser
48 40 31 - - 558 2 - 49 41 32 - 557 3 - 50 42 33 - 556 4 - 51 43 34 - 555 Nabonido - 52 44 35 O Nabonido do cânon é chamado de
Nabunahit nas Inscrições, e de Labineto por Heródoto. 554 2 - 53 45 36 - 553 3 - 54 46 37 - 552 4 - 55 47 38 - 551 5 - 56 48 39 - 550 6 - 57 49 40 - 549 7 - 58 50 41 - 548 8 - 59 51 42 - 547 9 - 60 52 43 - 546 10 - 61 53 44 - 545 11 - 62 54 45 - 544 12 - 63 55 46 - 543 13 - 64 56 47 - 542 14 - 65 57 48 - 541 15 - 66 58 49 Neste ano, ou antes dele, Belsazar
(o Belsarusur das Inscrições) tornou-se regente enquanto seu pai
Nabonido ainda estava vivo. Daniel teve a visão dos quatro animais no
primeiro ano, e a visão do carneiro e do bode foi no terceiro ano de
Belsazar (Daniel 7 e 8). 540 16 - 67 59 50 - 539 17 - 68 60 51 - 538 Dario (o Medo) - 69 61 52 Babilônia foi capturada por Ciro.
Neste ano Daniel teve a visão das setenta semanas. 537 2 - 70 62 53 - 536 Ciro - - - 54 Decreto de Ciro autorizando os
judeus a retornarem a Jerusalém; fim da servidão. (Observe que o ano
70 da da servidão foi corrente até o 1 de nisã de 536 AC.)
535 2 - - - 55 - 534 3 - - - 56 Ano da última visão de Daniel
(Daniel 10-12) 533 4 - - - 57 - 532 5 - - - 58 - 531 6 - - - 59 - 530 7 - - - 60 - 529 Cambises - - - 61 - 528 2 - - - 62 - 527 3 - - - 63 - 526 4 - - - 64 - 525 5 - - - 65 - 524 6 - - - 66 - 523 7 - - - 67 - 522 8 - - - 68 - 521 Dario I - - - 69 520 2 - - - 70 519 3 - - - - - 518 4 - - - - - 517 5 - - - - - 516 6 - - - - 515 7 - - - - MOSTRANDO QUE A CHAMADA DE ABRAÃO FOI O PONTO CENTRAL ENTRE A
CRIAÇÃO E A CRUCIFICAÇÃO AC 4141* Adão – A Criação até = 1656 anos 2485* Noé – O Dilúvio
+ = 2086 anos até = 430 anos 2055 Abraão – A Aliança** até = 430 anos 1625 Moisés – A Lei + = 2086 anos até = 1656 anos DC
32 Cristo – A Crucificação Antes de Cristo 2055. Aliança com Abraão. 1625. O Êxodo. A entrega da Lei. 1585. Entrada em Canaã sob a liderança de Josué. 1096. Saul. Fundação do reino. 1056. Davi. 1016. Solomão 1014. Fundação do Templo. 1006. Dedicação do Templo. 976. Reboão. Israel revolta-se contra Judá e
torna-se um reino independente, sob a liderança de Jeroboão. 776. Início da Era das Olimpíadas. 753. Início da Era de Roma (A.U.C.) 747. Início da Era de Nabonassar. 726. Ezequias, rei de Judá (reinou por 29 anos). 721. Israel (as dez tribos) levado cativo para a
Assíria. 697. Manassés (55 anos). 642. Amon (2 anos). 640. Josias (31 anos). 627. Jeremias começa a profetizar. 608. Jeoiaquim (11 anos). 606. Babilônia. -- Jerusalém é capturada por
Nabucodonosor. Início da Servidão. 598. Jerusalém é capturada pela segunda vez pelos
babilônios. Cativeiro do rei Jeoiaquim. 589. Jerusalem sitiada pela terceira vez pelos
babilônios. As Desolações. 587. Jerusalém é capturada e destruída. 561. Morte de Nabucodonosor e ascensão de
Evil-Merodaque. 559. Ciro começa a reinar na Pérsia. 538. Pérsia. – Babilônia é capturada pelos medos e
persas. 536. Ciro sucede a Dario no império. Decreto para a
construção do templo. 521. Dario Histaspes, da Pérsia. 520. Fundação do segundo templo. Ageu e Zacaraias
profetizam. 515. Dedicação do segundo templo. 490. Batalha de Maratona. 485. Xerxes sucede a Dario; o Assuero do
livro de Ester. 484. Nascimento do historiador Heródoto. 480. Batalhas de Termópilas e Salamina. 471. Temístocles é banido ao ostracismo. Nascimento
de Tucídidas (historiador). 468. Nascimento de Sócrates (morreu em 399). 466. Fuga de Temístocles para a Pérsia. 465. Artaxerxes Longimano, da Pérsia. 458. Decreto de Artaxerxes para embelezar o templo
(Esdras 7) 449. Os persas são derrotados pelos atenienses em
Salamina, em Chipre. 445. Início da Era das setenta semanas. Vigésimo
ano de Artaxerxes: Jerusalém é restaurada. Heródoto, aet. 39,
envolvido em sua história. 429. Nascimento de Platão (morreu em 347). 424. Dario Nothus, da Pérsia (Neemias 12:22). 405. Artaxerxes Mnemon, da Pérsia. 397. Malaquias. Encerramento da dispensação "dos
profetas". Fim da primeira das 70 semanas de Daniel. 359. Ochus, da Pérsia. 336. Dario Codomano, da Pérsia. 333. Grécia. – Batalha de Issus. (Batalha de
Granico, 334; & de Arbela, 331) 323. Morte de Alexandre, o Grande. 312. Início da Era dos Selêucidas. 301. Batalha de Ipsus. 170. Jerusalém é capturada por Antíoco Epifânio. 168. O templo é profanado por Antioco. 165. Jerusalém é recapturada por Judas Macabeus. O
templo é purificado e a Festa da Dedicação é marcada. (1 Macabeus
4:52-59; João 10:22). 63. Roma. – Pompeu conquista Jerusalém. 40. Herodes, o Grande, é indicado rei da Judéia
pelos romanos. 37. Herodes toma Jerusalém, e é reconhecido como
rei pelos judeus. 31. Batalha de Actium. 12. Augusto torna-se imperador de Roma. 4. A Natividade. 3. Morte de Herodes. Arquelau torna-se tetraca da
Judéia e Herodes Antipas tetraca da Galiléia. Depois de Cristo 14. Tibério, imperador de Roma (a partir de 19 de
agosto). 28. Décimo quinto ano de Tibério, de 19 de agosto
de 28 DC a 19 de agosto de 29 DC. O ministério do Senhor teve início
neste ano - Lucas 3. 32. A crucificação (na quarta Páscoa do ministério
do Senhor). Nisã, ou Abib ... Março–Abril. Informações completas sobre o assunto do atual
"Calendário Hebraico" podem ser encontradas em um artigo intitulado na
Encyc. Brit. (nona edição), e também Jewish Calendar,, de
Lindo, uma obra judaica. O Mishna é a mais antiga obra que trata
disso. [*] O bispo Lloyd, a quem foi confiada a tarefa de
editar a A. V., neste respeito fez algumas alterações, como por exemplo,
no livro de Neemias ele rejeitou a cronologia de Ussher, e inseriu a
verdadeira data histórica do reinado de Artaxerxes Longimano. [1] Heródoto, de Rawlinson, 4, pg 212.
Xerxes (o antigo persa Khshayarsha) é derivado pelo Sir. H. Rawlinson a
partir de Khshaya, 'um rei' (Ibidem 3, 446, Ap. Livro 6, nota A). [2] Josefo parece confirmar isto em Ant.
20:10, Cap. 1, onde especificada 612 anos entre o Êxodo e o templo, mas
em Ant. 8:3 Cap. 1, ele fixa o mesmo período em 592 anos. Supõem-se que
na era mais longa ele incluiu os vinte anos durante os quais o templo e
o palácio estavam em construção. [3] Confira Browne, Ordo Saec., Cap.
13. O sistema dele, porém, o leva a especificar a destruição de
Jerusalém (70 DC) como o encerramento da economia mosaica, o que é
claramente errado. A crucificação foi a grande crise na história de Judá
e do mundo. [4] Clinton, F. H., vol 1, pg 299. Os
arrogantes comentários de Alford sobre isto (Gr. Test., Atos 7:4)
poderiam ser facilmente descartados se esta fosse a ocasião oportuna
para a discussão necessária. Realmente uma referência a Gênesis 25:1,2
teria modificado suas afirmações. [5] A mãe dele era uma filha de Levi (Êxodo
2:1). [6] É uma notável coincidência que a era do
segundo templo tenha sido esse mesmo período de 490 anos, de 515 AC até
aproximadamente 18 AC, quando Herodes o reconstruiu. [7] Clinton, F. H., vol. 1, pg 367. [8] A lua nova pascal, em 604 AC, foi em 31 de
março. [9] Clinton, F. H., vol 1, pg 328. [10] Isto é confirmado por Ezequiel 40:1,
comparado com 2 Reis 25:8, pois o ano vinte e cinco do cativeiro foi o
ano quatorze após a destruição de Jerusalém (o décimo nono ano de
Nabucodonosor) considerado inclusivamente, de acordo com a prática comum
dos judeus. [11] Estes resultados aparecerão em uma rápida
consulta à tabela apresentada. [12] Este evento ocorreu no ano décimo nono de
Nabucodonosor (2 Reis 25:8) e o cativeiro começou em seu oitavo ano (2
Reis 24:12). [13] Clinton, F. H., vol 1, pg 319. [14] Ibidem, pg 328-29. [15] Fasti. H., vol. 1, pg 319. [16] Daniel, pg 401. [17] Five Great Monarchies, 4. 488. [18] Tratado, Rosh Hashanah, 1.1. [19] Estas datas são de Clinton, sujeitas aos
comentários no Apêndice 1. Elas são selecionadas principalmente para
clarificar as visões de Daniel. Os nomes dos historiadores, etc. são
apresentados no século quinto antes de Cristo para indicar o caráter da
época em que a era das setenta semanas começou. Você está preparado espiritualmente? Sua família está
preparada? Você está protegendo seus amados da forma adequada? Esta é a
razão deste ministério,
fazê-lo compreender os perigos iminentes e depois ajudá-lo a criar
estratégias para advertir e proteger seus amados. Após estar bem treinado,
você também pode usar seu conhecimento como um modo de abrir a porta de
discussão com uma pessoa que ainda não conheça o plano da salvação. Já
pude fazer isso muitas vezes e vi pessoas receberem Jesus Cristo em seus
corações. Estes tempos difíceis em que vivemos também são um tempo em que
podemos anunciar Jesus Cristo a muitas pessoas. Se você recebeu Jesus Cristo como seu Salvador pessoal,
mas vive uma vida espiritual morna, precisa pedir perdão e renovar seus
compromissos. Ele o perdoará imediatamente e encherá seu coração com a
alegria do espírito de Deus. Em seguida, você precisa iniciar uma vida
diária de comunhão, com oração e estudo da Bíblia. Se você nunca colocou sua confiança em Jesus Cristo
como Salvador, mas entendeu que Ele é real e que o Fim dos Tempos está
próximo, e quer receber o Dom Gratuito da Vida Eterna, pode fazer isso
agora, na privacidade do seu lar. Após confiar em Jesus Cristo como seu
Salvador, você nasce de novo espiritualmente e passa a ter a certeza da
vida eterna em Seu Reino, como se já estivesse com Ele. Se quiser
saber como nascer de novo,
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AQUI AGORA!!! No entanto, se a dificuldade está nas doutrinas (de
homens) que a sua igreja prega, siga então o último conselho bíblico:
Saia dela Povo Meu! Apoc 18:4. ...E, se Eu for e vos preparar lugar, virei outra
vez, e vos tomarei para Mim mesmo, para que onde Eu estiver
estejais vós também. João 14:3 Esperamos que este ministério seja uma bênção em sua
vida. Nosso propósito é educar e advertir as pessoas, para que vejam que
Jesus está às portas!!! Que Deus o abençoe. Clic Aqui para enviar esta Matéria para um amigo!
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